Brisa da Tarde | Curtindo a Vida a Dois

Com a caneta na mão…

Outro dia, estava pensando em como uma caneta pode transformar o mundo! Uma caneta pode trazer felicidade para quem está inspirado, pode sentenciar uma ação judicial, pode fazer pessoas se casarem, etc. Quem tem o poder da caneta tem tudo.

A melhor maneira de ter a caneta na mão é poder escrever aquilo que estamos pensando. Quando estou para baixo, gosto de pegar um caderninho e, simplesmente, escrever. É como se tudo o que está me fazendo mal saísse através daquela tinta. É uma sensação de liberdade!

Além da caneta, também é gostoso pegar um pouco de tinta e pintar alguma coisa. Pode ser uma tela ou, apenas, um desenho com tinta guache. Vale também pegar uma caixa de lápis de cor e pintar um desenho bem bonito. É deixar a imaginação fluir.

Quantas pessoas costumam rabiscar no papel coisas malucas enquanto estão, por exemplo, ao telefone? Dizem que isso também é uma maneira de relaxar durante uma conversa difícil. Hum, me lembrei daqueles jardins japoneses que pessoas importantes têm em suas mesas de escritório. Quantas coisas não saíram dali, hein?

Quando eu era criança (e também adulta), eu costumava colecionar canetas e lapiseiras. Felicidade era quando os meus pais me davam uma caneta de 12 cores para levar para a escola! E aqueles estojos cheios de botões onde saíam a cola, a régua, a lapiseira? Bons tempos aqueles! Eram tempos em que não nos preocupávamos com nada, mas apenas com qual caneta levaríamos para a escola no dia seguinte!

Aí, a gente cresce e acabamos por ficar com apenas uma caneta preta ou azul em cima das mesas de nossos escritórios. É com ela que o nosso trabalho é realizado. Que caneta importante, não é verdade? Ninguém se importa com o modelo ou com a marca dela, mas apenas com o que sairá daquela tinta que, muitas vezes, está falhando.

Ah, mas eu gosto mesmo é de escrever coisas aleatórias em um papel, mesmo que ninguém irá ler o que estiver ali. O que realmente importa é tirar as ideias do pensamento e colocá-las no papel. Quantas coisas boas já foram escritas e ninguém leu! Será que elas dariam um livro? Posso dizer que sim e que pena que muita coisa se perdeu com o tempo.


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